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DENUNCIE O NEOFASCISMO BRASILEIRO que está ATUANDO NAS INSTITUIÇÕES DE ESTADO COMO RIO DE JANEIRO
VARA DE PORCOS : A dominação info-midiática
Eliane Colchete
10/07/2014
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DENUNCIE O NEOFASCISMO BRASILEIRO que está ATUANDO NAS INSTITUIÇÕES DE ESTADO COMO RIO DE JANEIRO
VARA DE PORCOS : A dominação info-midiática
Eliane Colchete
10/07/2014
O
seminário de Lacan intitulado "O avesso da psicanálise",
de 1969, registra as intervenções dos estudantes amotinados contra
a Universidade, e que pretenderam positivamente destruí-la, para
construir uma sociedade em que não existam barreiras
institucionais. "Se temos que foder a Universidade, isso vai
ser do exterior, com os outros que estão lá fora." Esses
outros sendo os trabalhadores e os camponeses. A concepção que orientou a intervenção é
obviamente contra o que Lacan havia se manifesto pouco antes, vendo os
estudantes do lado "não do proletariado, mas do
subproletariado".
Inversamente, como devemos lembrar, maio de 68 na França aglutinou dez milhões de trabalhadores em "greve geral".
Inversamente, como devemos lembrar, maio de 68 na França aglutinou dez milhões de trabalhadores em "greve geral".
Para Lacan, o proletariado já tinha entrado na identificação com o que, transposto à história antiga, seria o Império (romano). Os contestadores do Império, - todo o resto além da plebe identificada à elite - não. Ou seja, Lacan fizera uma crítica ao marxismo ortodoxo: "De início, a luta de classes contém, talvez, essa pequena fonte de erro, é que isso não se passa em absoluto no plano da verdadeira dialética do discurso do mestre - situa-se no plano da identificação".
O
discurso do mestre é a dimensão pré-científica do Saber na
concepção lacaniana, onde o Saber era ainda autoridade do sacerdote
como função social, mas dimensão que articula a evolução à
ciência, pois já não se trata de um pura anarquia fora da
universalidade. Em todo caso, o Saber engendrara a estabilização do
simbólico, do elemento racional.
Porém
a ciência mesma, como a psicanálise não-lacaniana todo o tempo
criticada ao longo deste seminário, havia até agora sido apenas uma
transposição do lugar do mestre por sua relação ingênua com a
verdade, como se ela pudesse ser autônoma em relação ao "real"
- isto é, ao desejo enquanto corporificado, assim também enquanto
numa relação com o incomensurável em devir. A Verdade nessa
relação com o "real", só se poderia presentificar-se
como a experiência da pior Vergonha, e eis o que espreita no fundo
de todos nós.
Lacan
está defendendo por outro lado, que aquilo que poderíamos designar
ideologia no marxismo, não funciona nesse plano do significado ou
"simbólico". Não são crenças falsas tais que podem ser
substituídas, apenas em seu conteúdo, por crenças verdadeiras a
partir da tarefa de esclarecimento do partido. A ideologia atua no
plano imaginário, isto é,
do fascínio e não do
julgamento falso ou verdadeiro . Portanto,
se há um extrato social não identificado com o Poder
seria aquele marginalizado pelos
próprios esquemas de identificação.
Não qualquer outro que se encontrasse articulado a estes, como
formas de integração social.
A
intervenção registrada, contrária a isso, invectiva a alciônica
posição de Lacan, tecendo herméticos e inócuos glifos sobre o
inconsciente, enquanto outros, que estavam tentando ministrar cursos
incluindo o tema das favelas e da política ministerial, estavam
presos por ordem do governo.
O
esquema lacaniano de integração, dependente de uma espécie de
natureza do inconsciente ("imaginário"), não abrange
realmente a crueza dos fatos onde o que ocorre não se parece com um
fascínio passivo, mas com uma luta e uma repressão ativas.
A
ironia da situação é patente. Todo o "seminário" é uma
crítica concertada de Lacan à ingenuidade da crença no Saber como
algo isento de relações com o Poder, na forma da instituição
acadêmica, para logo se ver confrontado pela audiência, acusado de
ser um beneficiário dela mesma.
Lacan
tenta sair-se bem enfrentando a intervenção, e de fato demonstra
que o radicalismo do objetor, não obstante abarcar como recusa o que
realmente devia ser confrontado, permaneceu algo dogmático.
O
revide lacaniano focalizou que pretendendo resgatar o verdadeiro
marxismo-leninismo como potencial revolucionário, isto é, puramente
ativista, os que intervieram não aceitaram lidar com a questão
de que o confronto ao Saber como instituição do Poder não se
relaciona com o marxismo-leninismo de um modo tal que se possa
descartar qualquer relação deste com o Saber.
Não
se limita a relação somente às baboseiras sobre o "Marx
acadêmico", como disseram, pois se poderia demonstrar
cabalmente que a União Soviética era um regime totalmente
estruturado pelo Saber universitário. De fato, seria complicado
pensar o marxismo-leninismo na exterioridade de uma questão da
legitimidade do Saber enquanto ele mesmo legitimante de qualquer
ordem social.
Os
estudantes porém estavam contra a utilização de meros discursos
aparentemente politizados, mas que nada incomodava ao sistema, muito
menos implicava questionar a posição de autoridade acadêmica que
os manipulava comodamente. Os estudantes obtém assim uma boa margem
de argumentação, ao contrapor à ressalva lacaniana, que eles
estavam falando da sociedade que sua ação almejava poder se
construir, enquanto Lacan se limitava a falar "de outra".
Ora,
o importante aqui é que entre as pessoas intervindo, ocorre uma
hesitação entre o fora e o dentro - na medida em que a citada
convocação a juntar-se aos que estão no exterior pôde suscitar
a solicitação, provavelmente de um defensor de Lacan, de que
justificasse por que se encontrava ali, dentro, a pessoa que a isso
convocava. Lacan faz coro a essa espécie de objeção, instaurando
um dilema entre ficar afásico ou continuar "dentro" -
mesmo no exterior. Meramente "falar" é restar no interior
do discurso universitário, onde quer que se esteja.
O
paradoxo que captura de certo modo a fala do interventor é expresso
por ele mesmo ao enfatizar que sua revolta é estarem tantas pessoas,
umas oitocentas, a ouvir Lacan - ou a Foucault se fosse o caso,
conforme se sublinhou - como se isso fosse ensejar uma ruptura que
dependeria somente, para se efetivar, da adesão desse número de
pessoas aos atos de protesto que estavam sendo protagonizados por
outros, por essa divergência tendo sua ação muito mais arriscada.
Mas essa circunstância, é claro, cabe inteiramente no problema da
identificação, colocado por Lacan, e o registro mostra a
intervenção se dispersando sem maiores consequências do ponto de
vista do debate.
O
que me parece importante é que o dilema do fora e do dentro
institucionais surge recoberto pelo da fala e da afasia. A
universidade está em toda parte em que a fala se manifesta. Ora, a
parole assim referenciada, é o que? É o fio do sentido, da
articulação do discurso. Não é a fala oposta à langue, é o que
a langue articula.
Onde
a universidade não está, a afasia não é puro silêncio - e de
fato Lacan se mostra mais orador que argumentador a sério, quando se
recusa a responder o que é afasia: "O senhor não sabe o que
é afásico? Isso é muito revoltante. O senhor não sabe o que é um
afásico? No entanto há um mínimo que se tem que saber". A
mim parece que "afasia" não está de forma alguma definida
no contexto, como apenas o sentido habitual de impossibilidade física
de falar.
Que a universidade
estivesse em toda parte, não é apenas o que Foucault também quis
dizer ao reduzir o governo na sociedade moderno-ocidental à
aplicação de programas científicos que cumprem os requisitos de
sua "gestão".
É o princípio do consenso
do corporate state, operando por inclusão e identificação
institucional, que vemos estar sendo contestado por uma movimentação
histórica que não tem nas coordenadas institucionais a sua mola.
Aqui o importante não é
tanto o confronto entre uma visão estrutural, que pretende reduzir a
um mecanismo os efeitos de adesão ou contestação predizíveis, e
uma visão ingênua ou humanista, que defende a ação autônoma ou a
conduta com respeito a valores. Mas uma viragem na história recente,
que está por se compreender.
Qualquer crítica ao
consenso do corporate state justamente não implica mais refutar a
questão da passionalidade inerente ao modo pelo qual o capitalismo
funciona. Mas se é assim, a "instituição" não pode ser
o referencial de sua operacionalidade, e o que estava sendo objetado
era precisamente isso: nenhuma forma de discurso operando dentro do
contexto institucional romperia com o consenso falacioso de que o
capitalismo é operação institucionalizada, ao invés de
proliferação de ações quaisquer contra a organização social uma
vez que sejam ações convenientes à manutenção do seu Poder.
O capitalismo não é um
sistema econômico, mas o Poder dos que detém o controle dos meios
gigantescos de domínio da produção internacional. Esse Poder não
é como Foucault e Lacan pensavam, disseminado por esquemas
organizacionais, ou burocratico-racionalizados à Weber. Abrange
bastante prosaicamente a decisão movida pelos interesses pessoais. A
ideia de que a classe dominante "molda" as massas, de modo
que entre ambos os vetores se instala um intermediário que é a
consciência intelectual, é assim contestada, pois teria que se
explicar em que os interesses pessoais da classe dominante não são
correntes no contexto social ele mesmo, de modo que o Poder incide
sobre a coexistência da heterogeneidade. Esta abrangendo todas as
camadas assim supostamente diferenciadas.
É interessante
confrontar o que vimos a propósito da tumultuosa situação
universitária francesa na proximidade do maio de 68, com a memória
de George Duby ("A história continua"), cuja carreira
interceptou esses acontecimentos e muito se relaciona ao contexto da
mentalidade acadêmica.
Trata-se de um grande
historiador, com profunda influência na superação de dogmas tais
que se pode falar, desde suas contribuições aliadas à plêiade com
que colaborara na metodologia dos "annales",
tendo em Braudel e Lucien Febvre exemplos célebres, numa revolução
epistemológica de que Foucault e Paul Veyne são devedores, não
iniciadores.
O desdobramento da escola
dos "annales" no que se popularizou como "história
das mentalidades" é bastante conhecido, dispensando detalhes de
apresentação. É importante sublinhar que Duby teve atuação na
televisão, primeiro colaborando com a produção de filmes
históricos, mas depois atuando como presidente da SEPT ("sociètè
d'édition de programmes de télévision") cuja criação
deveu-se ao presidente da república, em 1985.
Mas vemos que sua
política acadêmica não sofreu qualquer obstáculo a sério, desde
o maio de 68, para continuar refletindo sua mentalidade elitista:
"Falo de elites sem qualquer escrúpulo. Considero, com efeito,
que uma sociedade nivelada não dispõe de estímulos. Com muitíssima
sorte, pode no máximo desfrutar de uma felicidade sem graça como a
dos nambikwaras visitados por Lévi-Strauss". Teria Lacan
opinião muito diversa quando salientava estar falando para as
pessoas que importavam, como as que cabiam decisão, e não para
quaisquer?
Com certeza, as pessoas
que não participam da elite podem não achar muita "graça"
na acomodação social assim valorizada, cuja hierarquização não
abrange apenas as sociedades nacionais, mas se estabelece como temos
mostrado, em nível imperialista.
Sobretudo, poderíamos
indagar que significa "cultura", como algo que pudesse ser
agradável e interessante, limitando-se à reificação dos esquemas
do poder de uma classe, além da função estupefaciante dessa mesma
classe? Que realidade teria a cultura? O conceito de cultura
na teoria social há muito que vem sendo toda circulação de
linguagem, mas se está pré-censurada a expressão do objetivo de
emancipação social das classes exploradas, além do que elas
meramente produzem destoante dos esquemas reificados do Poder de
explorar, que sentido restaria ao conceito?
Torna-se importante o
modo como a posição conservadora de Duby se reflete na composição
das políticas acadêmicas da época. Sua transferência da
Universidade de Aix para o Collège de France não foi motivada pela
decadência daquela, ainda que tenha se verificado: "Fui para
Paris no bom momento, dois anos depois de 68. Em nada fui afetado
pela crise, pessoalmente, mas a universidade de Aix, que eu vira
desabrochar durante duas décadas e onde fora tão feliz, nunca se
recuperou" (p. 153).
A instâncias de amigos,
concordou Duby a submeter-se aos padrões de exames e rotinas do
Collège, onde Foucault e Barthes estavam enfrentando multidões que
se acotovelavam para assistir aos seus cursos. Duby registra que ter
apenas ouvintes, devido ao esquema de assistência não ser do tipo
da frequência comum de discentes, o incomodara, mas registra que
desenvolvera dispositivos para evitar a assistência do público
qualquer, de "simples amadores". Restringira-se a um espaço
exíguo: "Precisávamos defender-nos deles, transgredindo
mediante todo tipo de estratagemas a regra do livre acesso" (p.
105).
Num outro trecho,
enfrenta a questão do rebaixamento do nível cultural na
universidade francesa, onde alguns jovens professores conferencistas
na Sorbonne, com duplo doutorado, estavam ganhando o mesmo que uma
datilógrafa da SEPT. Interpreta-o como consequência do esforço da
democratização do ensino, num infelicíssimo exemplo pelo leste
europeu, do "marasmo" e "desespero" que considera
correlatos às sociedades niveladas.
Mas como sabemos bem, o
leste europeu nada tinha de democrático ou nivelado, a sociedade soviética era
uma ditadura com hierarquia de status de dirigentes, e com não apenas a produção estética, mas
principalmente a ciência severamente controlada de modo a não haver
pesquisa ou publicação contrária à linha oficial do partido.
Todos conhecem o caso Lysenko, geneticista que formulara a teoria
compatível com a linha "dialética" oficial, no entanto
errada, a qual porém foi decretada única permitida na URSS,
acarretando prisão e eliminação do cientista que ousou afirmar a
teoria correta (não dialética).
Nada disso equaciona Duby,
para defender que a democratização do ensino não pode dispensar
altas prerrogativas de seleção: "preservar da sobrecarga um
espaço mais elevado, arejado, necessário", porém de modo
que, se "teria sido necessário, portanto, remodelar
totalmente a instituição universitária", ele a
considerava "incapaz de se auto-reformar. Ela só pode ser
reformada do exterior, por um ato de autoridade". (p.
154) Defende De Gaulle como alguém que teve poder para isso, mas
que não o aproveitou, e depois ninguém mais esteve nessa posição:
"A golpes de barganha e contemporização, o estrago se
agravou".
A solução, a seu ver,
seria privatizar o ensino universitário: "Quem ousará
elevar a dignidade do nosso ofício? Pois numa sociedade em que tudo
se compra, também ele é uma questão de dinheiro". Isso, a
fim de salvar da derrocada a civilização europeia: "A
história ensina-me, com efeito, que uma civilização começa a
desmoronar quando seu sistema educacional se degrada, mal gerido, mal
amado".
Mas para Duby, num
trecho anterior, a universidade francesa, inalteravelmente,
"pode ser considerada feudal", conforme a definição de
Marc Bloch da feudalidade como "trama de vínculos pessoais".
Os veteranos, de vassalos dos predecessores que eram, se tornam
eles mesmos senhores, com os novos elementos se tornando seus
feudatários, a quem eles passam a defender aguerridamente: "Por
um contrato tácito, e quase sempre respeitado, as graças recebidas
obrigam estes últimos a não contrariar aquele que os ajudou. Em
caso de eleição, jogo dos mais agradáveis, veem-se forçados a
falar em favor do candidato que seu protetor protege e contra aqueles
que lhe desagradam".
A defesa da privatização,
que restringiria pelo fator monetário o acesso à
universidade, não é para Duby, portanto, algo associado ao
impessoal, o acesso à elite por uma classe puramente econômica. A
burguesia nada tem de oposto fundamentalmente, à manutenção da
trama da feudalidade. Essa posição politicamente conservadora é
também a de Aron. Porém não se a compreende nessa época como algo
fundamentalmente indiferente aos direitos humanos. Só podemos
apreendê-la num contexto em que a posição liberal confrontava-se
com a corrupção generalizada das instituições pelo capitalismo,
de modo que não podia ser levada a sério, como opção pela
legitimidade do político. Conforme os conservadores, seria o mesmo
que apoiar os corruptos, ao invés de instituir-se pessoal realmente
confiável nas posições de gestão, cassando os corruptos
instalados, tanto quanto cortando as possibilidades de acesso a
outros.
A mentalidade corrompida
estava num grau tão generalizado, que um George Gerbner podia
perverter totalmente a concepção da "politeia"
democrática como espaço da representação da heterogeneidade de
posições da cidadania, escrevendo a sério que "a política
é uma ação que implica o uso do poder ou uma luta para conquistar
o poder. Tem como objetivo atribuir e repartir certas quantidades de
um bem ou de um valor público". Aron falava dos USA como
nada mais que um "contrato social", ao invés de um país
constitucional democrático. A posição conservadora de Aron pensava
a democracia como o menos pior dos regimes, porque ela permitiria
ajustes tais que a representação se conservasse nas mãos da classe
intelectualmente superior - com consciência dos direitos
humanos, ao invés do bárbaro definido como aquele cuja consciência
de "direitos" se limita aos da sua casa, mas os deveres somente aos da casa dos outros.
A ausência de dignidade humana que essa definição qualifica é plenamente constatável nos dias de hoje a um grau que supera até mesmo a possibilidade de distorção discursiva como a de Gerbner.
A ausência de dignidade humana que essa definição qualifica é plenamente constatável nos dias de hoje a um grau que supera até mesmo a possibilidade de distorção discursiva como a de Gerbner.
Trata-se atualmente de
boçalidade, como na Tijuca (Rio de Janeiro), bairro de idiotas apartheidistas que
utilizam até mesmo documentos públicos - como de cartórios - para
intimidar pessoas. Cartório na tijuca faz ameaça de morte a noiva no dia do casamento, constando em papel timbrado - atrocidade.
Podendo ser constatado o Rio de Janeiro num grau de corrupção realmente nojento, como consequência do modelo governamental de subserviência à "globalização", contrastando de forma vil com as posições de resistência legítima que tem abraçado vários países latino americanos. Mas o idiota desumano brasileiro atual não pensa que se situa na América Latina. Delira que é algum tipo de europeu ou estadunidense.
Podendo ser constatado o Rio de Janeiro num grau de corrupção realmente nojento, como consequência do modelo governamental de subserviência à "globalização", contrastando de forma vil com as posições de resistência legítima que tem abraçado vários países latino americanos. Mas o idiota desumano brasileiro atual não pensa que se situa na América Latina. Delira que é algum tipo de europeu ou estadunidense.
O país está invadido
por colônias, etc. A meu ver, a radicalização da corrupção local
vai acarretar terrorismo muito justificado. Enquanto a corrupção do
nojento se dissemina, a maioria da população está favelada
(escravizada), sob a mira do exército - portanto ordenado por um
governo federal que se intitula cinicamente "partido dos
trabalhadores", sem garantia de direitos políticos, sujeito à
censura sumária de qualquer expressão cultural, sujeito à
eliminação sumária, vivendo sob terror de ameaça do vulgar idiota
identificado com o apartheidismo nos ônibus e lugares públicos,
especialmente por mulheres que estão sendo usadas como símbolos da
corrupção, etc.
Por mim, qualquer ato de terrorismo que se faça contra tais idiotas está para lá de justificado, repetindo são "coisas", que não tem consciência dos direitos humanos alheios, portanto não tem dignidade de seres humanos.
Lembrando que o termo "humanidade" até mesmo em dicionários não conota apenas a espécie biológica, mas também a consciência dos direitos humanos alheios. Nós hoje não limitamos essa consciência dos direitos humanos a qualquer uniformidade de religião ou valores privados, mas a garantia das liberdades civis tem por limite o desrespeito desses direitos alheios. Um dos artífices da moderna "sociedade constitucional", generalizada como democracia, John Locke, defendeu entre estes direitos, o da legítima defesa, pelo qual se inimigos gratuitos atacam uma pessoa que não lhes ameaçou primeiro, esta pessoa tem o direito de eliminá-los. A legítima defesa é um direito que continua atribuído a qualquer pessoa.
O que dá nojo é o banditismo apartheidista contra pessoas idôneas, cujos direitos humanos são negados pelos apartheidistas, que está disseminado nos antros de - supostas como tal - "classes médias" como a praça saenz pena, ou arredores da Tijuca, enquanto todo um gigantesco aparato de força bruta e exclusão social molda o cotidiano das instituições brasileiras da atualidade, como se tudo o que elas significassem devesse ser essa repressão da própria população, excetuando os bandidos apartheidistas colaboradores, que estão mantendo a população num regime de cárcere privado, praticamente, por diversos esquemas de espionagem e arranjos maquiavélicos.
Não há civilidade acima da constituição, lei geral, mas tais grupos no Rio de Janeiro estão instituindo sistemas particularistas de apartheid social numa escala que deveria ser reconhecida mundialmente como semelhante ao que houve na África do Sul, não obstante não ser como lá um problema "racial".
Não há atenuante algum para a ação do apartheidismo, pois seus fautores não tem carência alguma de necessidades básicas, tem acesso a todas as formas de cultura letrada. Ao contrário do que se poderia dizer da população favelada que está sendo mantida sob condições ditatoriais, sem qualquer atendimento do básico e de formação educacional.
Portanto, não se deveria usar a expressão "terrorismo", sem notar que se trata apenas de legítima defesa contra o terrorismo institucional que a população está sofrendo por parte dos assim supostos membros da "sociedade" capitalista. Logo, o que está se configurando previsível é guerra civil, o que já se esboçou no ano passado, quando a população se manifestou em escala nacional contra o descalabro vigente, apenas para ser espancada pelo governo.
Se quisermos evitar a guerra civil é necessário restaurar a legalidade democrática. A mentalidade do banditismo institucionalizado está disseminada no país, como "funcionalismo", hermenêutica, pretensão de autoridades universitárias de todo tipo, à Carol Gilligan, onde os cooptados por essa mentalidade, como jovens e especialmente jovens mulheres, são alcandorados como fontes de milagres, valorizados como irracionais portadores de intuições diretas da verdade, etc., enquanto os erros e disparates se acumulam, na maioria veiculando a perseguição aos assim considerados meramente racionais, ou não atraentes fisicamente, ou não referenciais dos "novos" tempos do milagre tecnológico/teológico, etc.
Estão defendendo, a pichação de muro, que a corrupção do pt, pela qual os culpados estão presos, por iniciativa do legislativo, não foi crime, mas "luta" - conforme o velho adágio do banditismo pelo que crime é errado porque é o que fazem os inimigos, mas nada é errado quando quem faz são os amigos. A cidade está imunda por causa da pichação de muros, onde qualquer um suja como quiser.
Por mim, qualquer ato de terrorismo que se faça contra tais idiotas está para lá de justificado, repetindo são "coisas", que não tem consciência dos direitos humanos alheios, portanto não tem dignidade de seres humanos.
Lembrando que o termo "humanidade" até mesmo em dicionários não conota apenas a espécie biológica, mas também a consciência dos direitos humanos alheios. Nós hoje não limitamos essa consciência dos direitos humanos a qualquer uniformidade de religião ou valores privados, mas a garantia das liberdades civis tem por limite o desrespeito desses direitos alheios. Um dos artífices da moderna "sociedade constitucional", generalizada como democracia, John Locke, defendeu entre estes direitos, o da legítima defesa, pelo qual se inimigos gratuitos atacam uma pessoa que não lhes ameaçou primeiro, esta pessoa tem o direito de eliminá-los. A legítima defesa é um direito que continua atribuído a qualquer pessoa.
O que dá nojo é o banditismo apartheidista contra pessoas idôneas, cujos direitos humanos são negados pelos apartheidistas, que está disseminado nos antros de - supostas como tal - "classes médias" como a praça saenz pena, ou arredores da Tijuca, enquanto todo um gigantesco aparato de força bruta e exclusão social molda o cotidiano das instituições brasileiras da atualidade, como se tudo o que elas significassem devesse ser essa repressão da própria população, excetuando os bandidos apartheidistas colaboradores, que estão mantendo a população num regime de cárcere privado, praticamente, por diversos esquemas de espionagem e arranjos maquiavélicos.
Não há civilidade acima da constituição, lei geral, mas tais grupos no Rio de Janeiro estão instituindo sistemas particularistas de apartheid social numa escala que deveria ser reconhecida mundialmente como semelhante ao que houve na África do Sul, não obstante não ser como lá um problema "racial".
Não há atenuante algum para a ação do apartheidismo, pois seus fautores não tem carência alguma de necessidades básicas, tem acesso a todas as formas de cultura letrada. Ao contrário do que se poderia dizer da população favelada que está sendo mantida sob condições ditatoriais, sem qualquer atendimento do básico e de formação educacional.
Portanto, não se deveria usar a expressão "terrorismo", sem notar que se trata apenas de legítima defesa contra o terrorismo institucional que a população está sofrendo por parte dos assim supostos membros da "sociedade" capitalista. Logo, o que está se configurando previsível é guerra civil, o que já se esboçou no ano passado, quando a população se manifestou em escala nacional contra o descalabro vigente, apenas para ser espancada pelo governo.
Se quisermos evitar a guerra civil é necessário restaurar a legalidade democrática. A mentalidade do banditismo institucionalizado está disseminada no país, como "funcionalismo", hermenêutica, pretensão de autoridades universitárias de todo tipo, à Carol Gilligan, onde os cooptados por essa mentalidade, como jovens e especialmente jovens mulheres, são alcandorados como fontes de milagres, valorizados como irracionais portadores de intuições diretas da verdade, etc., enquanto os erros e disparates se acumulam, na maioria veiculando a perseguição aos assim considerados meramente racionais, ou não atraentes fisicamente, ou não referenciais dos "novos" tempos do milagre tecnológico/teológico, etc.
Estão defendendo, a pichação de muro, que a corrupção do pt, pela qual os culpados estão presos, por iniciativa do legislativo, não foi crime, mas "luta" - conforme o velho adágio do banditismo pelo que crime é errado porque é o que fazem os inimigos, mas nada é errado quando quem faz são os amigos. A cidade está imunda por causa da pichação de muros, onde qualquer um suja como quiser.
A conquista de
instituições realmente democráticas não estava em questão no
debate da época, praticamente, como se vê, como hoje em dia
continua sendo o caso, numa situação agravada pela corrupção
digital - as eleições são função do "diebold" (espião
de computador não detectável, que pode controlar todos os comandos
à revelia) manipulado pelos corruptos.
A indiferença pelo caráter
público das instituições é espantosa - até num cartório a
Tijuca manipula documentos para intimidar pessoas, alterando o texto
previsto para enunciar ameaça de morte ao cliente que está por essa
via estigmatizando, tanto quanto os demais comerciantes da área,
sabe-se lá porque, mas o fato é que agindo concertadamente como
"gangs", perseguem pessoas a quem passam a assediar desde
a moradia até computador pessoal e qualquer ação nas vias
públicas.
Tal indiferença ao nível público - em
nível de cartório de tabelião - só pode ser creditada a débeis
mentais, mas como sabemos que não se trata desse diagnóstico, o que
foi produzido pelo capitalismo na globalização reduz-se a um vírus
ao invés de pessoa humana. Portanto, nenhum meio de argumento ou
contestação em nível humano tem sentido.
Só a legalidade democrática, ou senão a guerra civil, poderá
salvar a humanidade deste tipo de monstro, que contamina com a
imundície da corrupção até mesmo as instituições da "justiça"
- nas quais portanto, não mais acreditamos neste país. São para
nós desde agora, o que deve ser posto abaixo para que gente honesta
deixe de estar numa situação de escravidão.
Mas não deixando de lembrar que a corrupção está disseminada no mundo pelos protagonistas da "globalização" que, como classe não tem nada de novo - está há muito estudada por David Halberstam, Cl, Julien e outros, como protagonistas do business, especialmente de mídia, IMPERIALISTA (países "centrais"/ Europa/USA, capitalismo multinacional, etc). Agora, são os processadores de texto dos sujeitos particulares que estão sob domínio dessa "classe" para quem a "estratégia da mentira" é o meio expresso.
Mas não deixando de lembrar que a corrupção está disseminada no mundo pelos protagonistas da "globalização" que, como classe não tem nada de novo - está há muito estudada por David Halberstam, Cl, Julien e outros, como protagonistas do business, especialmente de mídia, IMPERIALISTA (países "centrais"/ Europa/USA, capitalismo multinacional, etc). Agora, são os processadores de texto dos sujeitos particulares que estão sob domínio dessa "classe" para quem a "estratégia da mentira" é o meio expresso.
O capitalismo não mais está definindo qualquer parâmetro histórico da sociedade democrática. Está restrito a banditismo imperialista, a democracia é organização social. É
o mesmo que encontramos bem resumido por Werneck Sodré (“Radiografia
de um modelo”), em seu estudo sobre o assim designado “ modelo de
desenvolvimento brasileiro” que por meio da ditadura militar operou a
conversão da economia nacional numa extensão privilegiada das
multinacionais do capitalismo central: “Assim
o conteúdo progressista, antiimperialista e antifeudal da atividade
econômica do Estado [constitucional liberal] no Brasil, foi
transformado em seu antípoda [no modelo ditatorial]”.
Ou
seja, o alinhamento tecnicista-imperialista
não resulta no
terceiro mundo, na modernização pretendida pelo "discurso", pelo contrário, é o pior barbarismo que se pode fazer contra os direitos humanos. É ABSURDO PRETENDER COMO FOUCAULT QUE O CAPITALISMO PROMOVEU ABRANDAMENTO DE PENALIDADES, AO INVÉS DE SER VIOLÊNCIA INSTITUCIONALIZADA. Pior ainda são os Lipovetski que pensam que Foucault é algum grande crítico disso que não passa de banditismo ocidental, o que cinicamente defendem como alguma melhoria - lembrando que sociedades democráticas são hoje consideradas todas as de igualdade de status, liberdade de consciência e de ação dentro da legalidade, das pessoas físicas, e não apenas o Ocidente "moderno".
Além da destruição do meio ambiente causada pela ação das "ciências da natureza" instrumentalizadas tecnologicamente pelo Capitalismo, na Universidade, andam apregoando nas ciências humanas, abertamente, que a "dominação" deve ser considerada necessária assim como a autoridade dos pais sobre os filhos - pessoalmente assisti ao discurso de uma professora universitária assim pronunciando-se. Tais profissionais estão defasados até mesmo com relação aos programas vestibulares que ensinam o que é o "índice de desenvolvimento humano" - constatei uma professora universitária que não tinha a mínima informação sobre o que seja. Registrei várias operações de "censura universitária" em blog homônimo.
Na universidade estão disseminando discursos que pretendem "provar" a preeminência de pessoas em relação a outras, no que se relaciona ao direito à vida, ora baseando-se na falácia da "utilidade social," ora no que chamam "estudos de casos" que são na realidade casos puramente fictícios.
A utilidade social é uma falácia - ou seja, argumento mentiroso. Como se pode ver pelo fato de que a utilidade é da sociedade, ou seja, de toda a população, portanto daquelas mesmas pessoas que o argumento pensa poderem ser sacrificadas em caso de necessidade, a fim de preservar indivíduos supostos mais úteis como por exemplo os diplomatas. Portanto a maior "utilidade" desses indivíduos, o fato de serem úteis à sociedade, é indemonstrável.
Os casos fictícios são forjados como situações limites como a do abrigo nuclear em que raciocinando que homossexuais não procriariam, deveria ser escolhido para viver apenas os heterossexuais. Mas como poderia demonstrar-se que, justamente, sem discriminação social, a guerra nuclear não ocorreria? O mais provável é que discriminação generalizada é causa de guerra. Se queremos evitar a guerra nuclear, devemos eliminar a discriminação social, ao contrário do que pretendia demonstrar o tal exercício de "estudo de caso" fictício.
Tais absurdos fascistas estão defendidos nas universidade como discursos científicos, isto é, caucionados pelas assim supostas "autoridades da verdade" contra a população comum. Pelo que vemos, o discurso do mestre não é propedêutico à ciência como consciência livre, inversamente ao que propõe a psicanálise sócio-evolucionista.
Paralelamente, discursos defendendo identidades supostas originárias como etnias, condições sexuais, etárias, etc., se colocam no mesmo absurdo, pretendendo que tem mais direitos que quaisquer outros, ou que toda heterogeneidade de personalidades e culturais são apenas derivados de si mesmos.
Isso num momento em que "identidade" coletiva já não é algo crível a sério por ninguém, quando a genética eliminou a noção de "raça" além de mera aparência física, e se sabe que nenhum determinismo biológico genético se impõe como critério de superioridade, além do modo como se relaciona às circunstâncias do meio social.
Mas se hoje já se liquidaram os paradigmas de "evolução social", a mídia continua atuando o discurso do que já foi superado como qualquer modelo "moderno" de sócio-evolucionismo. Escusado lembrar que as universidades estão colaborando na preservação da obsoleta ciência de paradigma. A superação se deve à colaboração de teóricos em humanidades que não são colaboradores da dominação "ocidental", em todo o mundo.
A Universidade sã não pode ter prerrogativa política sobre quem quer que seja, desde que idôneo, do mesmo modo que nenhuma instituição. A ultrapassagem do critério de simples idoneidade como requisito de qualquer espécie é subversivo à democracia. Conforme o princípio democrático, ninguém pode ser submetido à invasão de privacidade, e não cabe a investigação de suspeitos senão à instituição de segurança conforme homologação legal de licença para isso. A definição do que é ou não legal é função do legislativo representando por meio do voto a heterogeneidade da população e atuando conforme as premissas constitucionais estabilizadas, mas que foram antes obtidas por meio de profissionais "constituintes" votados.
Mas como o meio do voto pode ser legítimo, se a educação política não se faz desde a base? Pessoas nas filas de eleições, inclusive homens adultos, conforme testemunhei recentemente, reclamando que não sabem o que estão fazendo, que não entendem o processo eleitoral, que não conhecem os candidatos nem entendem o que eles falam na propaganda midiatizada, e que apenas seguem os folhetos de boca de urna, são sempre mais frequentes num país em que a educação está relegada a igrejas de passadismo radical.
A fraude eleitoral está documentada, além disso, por causa da digitalização do processo, como já salientei.
Além disso, nos cursos de pedagogia, tem-se propugnado que "educação" pública não deve ter relação alguma com qualificação de mão de obra especializada, ou viabilização da mobilidade de classe como o que se espera das sociedades democráticas. Não se sabe para que serve "educação" pública na cabeça dessa gente, além de perpetuar discriminações de classe e status. Um corredor único entre "tipos" protagonistas de mídias e "educação" estereotipada é o que se tem verificado, com a disseminação das formas mais conhecidas de falácias sobre hierarquia social como algo não causado por esquemas de exploração alheia.
Mas é bem conhecido o fato de que para a educação pública funcionar como meio de mobilidade e consciência social, é preciso que não haja trabalho infantil, nem exploração da mão de obra antes de estar formada. O que acarreta a premissa de poder ser necessário o controle de natalidade. Até alguns anos apresentar esses fatores era índice de subdesenvolvimento, ou seja, de pré-capitalismo. Agora sabemos que o capitalismo "globalizado", ou seja, o capital das multinacionais, está impondo em países periféricos a exploração de mão de obra infantil, e no Brasil o mercado está dominado pela exploração de trabalho adolescente.
A utilidade social é uma falácia - ou seja, argumento mentiroso. Como se pode ver pelo fato de que a utilidade é da sociedade, ou seja, de toda a população, portanto daquelas mesmas pessoas que o argumento pensa poderem ser sacrificadas em caso de necessidade, a fim de preservar indivíduos supostos mais úteis como por exemplo os diplomatas. Portanto a maior "utilidade" desses indivíduos, o fato de serem úteis à sociedade, é indemonstrável.
Os casos fictícios são forjados como situações limites como a do abrigo nuclear em que raciocinando que homossexuais não procriariam, deveria ser escolhido para viver apenas os heterossexuais. Mas como poderia demonstrar-se que, justamente, sem discriminação social, a guerra nuclear não ocorreria? O mais provável é que discriminação generalizada é causa de guerra. Se queremos evitar a guerra nuclear, devemos eliminar a discriminação social, ao contrário do que pretendia demonstrar o tal exercício de "estudo de caso" fictício.
Tais absurdos fascistas estão defendidos nas universidade como discursos científicos, isto é, caucionados pelas assim supostas "autoridades da verdade" contra a população comum. Pelo que vemos, o discurso do mestre não é propedêutico à ciência como consciência livre, inversamente ao que propõe a psicanálise sócio-evolucionista.
Paralelamente, discursos defendendo identidades supostas originárias como etnias, condições sexuais, etárias, etc., se colocam no mesmo absurdo, pretendendo que tem mais direitos que quaisquer outros, ou que toda heterogeneidade de personalidades e culturais são apenas derivados de si mesmos.
Isso num momento em que "identidade" coletiva já não é algo crível a sério por ninguém, quando a genética eliminou a noção de "raça" além de mera aparência física, e se sabe que nenhum determinismo biológico genético se impõe como critério de superioridade, além do modo como se relaciona às circunstâncias do meio social.
Mas se hoje já se liquidaram os paradigmas de "evolução social", a mídia continua atuando o discurso do que já foi superado como qualquer modelo "moderno" de sócio-evolucionismo. Escusado lembrar que as universidades estão colaborando na preservação da obsoleta ciência de paradigma. A superação se deve à colaboração de teóricos em humanidades que não são colaboradores da dominação "ocidental", em todo o mundo.
A Universidade sã não pode ter prerrogativa política sobre quem quer que seja, desde que idôneo, do mesmo modo que nenhuma instituição. A ultrapassagem do critério de simples idoneidade como requisito de qualquer espécie é subversivo à democracia. Conforme o princípio democrático, ninguém pode ser submetido à invasão de privacidade, e não cabe a investigação de suspeitos senão à instituição de segurança conforme homologação legal de licença para isso. A definição do que é ou não legal é função do legislativo representando por meio do voto a heterogeneidade da população e atuando conforme as premissas constitucionais estabilizadas, mas que foram antes obtidas por meio de profissionais "constituintes" votados.
Mas como o meio do voto pode ser legítimo, se a educação política não se faz desde a base? Pessoas nas filas de eleições, inclusive homens adultos, conforme testemunhei recentemente, reclamando que não sabem o que estão fazendo, que não entendem o processo eleitoral, que não conhecem os candidatos nem entendem o que eles falam na propaganda midiatizada, e que apenas seguem os folhetos de boca de urna, são sempre mais frequentes num país em que a educação está relegada a igrejas de passadismo radical.
A fraude eleitoral está documentada, além disso, por causa da digitalização do processo, como já salientei.
Além disso, nos cursos de pedagogia, tem-se propugnado que "educação" pública não deve ter relação alguma com qualificação de mão de obra especializada, ou viabilização da mobilidade de classe como o que se espera das sociedades democráticas. Não se sabe para que serve "educação" pública na cabeça dessa gente, além de perpetuar discriminações de classe e status. Um corredor único entre "tipos" protagonistas de mídias e "educação" estereotipada é o que se tem verificado, com a disseminação das formas mais conhecidas de falácias sobre hierarquia social como algo não causado por esquemas de exploração alheia.
Mas é bem conhecido o fato de que para a educação pública funcionar como meio de mobilidade e consciência social, é preciso que não haja trabalho infantil, nem exploração da mão de obra antes de estar formada. O que acarreta a premissa de poder ser necessário o controle de natalidade. Até alguns anos apresentar esses fatores era índice de subdesenvolvimento, ou seja, de pré-capitalismo. Agora sabemos que o capitalismo "globalizado", ou seja, o capital das multinacionais, está impondo em países periféricos a exploração de mão de obra infantil, e no Brasil o mercado está dominado pela exploração de trabalho adolescente.
A esquerda institucionalizada de partido, já na época de maio de 68, também não
tinha qualquer perspectiva liberal, pregando como Guy Debord que só
à elite do partido devia caber as decisões. Hoje em dia, não há diferença assinalável entre os fascismos de direita e de esquerda. O que notamos, contudo, é que a população "comum" continua tendo consciência da legitimidade da democracia, e exigindo que seja realmente efetivada.
Maio de 68, movimento de
greves que começou com os estudantes universitários e logo alcançou
a participação de dez milhões de pessoas na França, paralisando
por um interregno considerável toda produção, expressou a verdade
de que fora do debate protagonizado pelas esclerosadas lideranças
oficiais, a consciência da democracia real continuava existindo, e
com força suficiente para se expressar como exigência urgente.
O movimento, sem qualquer
hierarquia definível, alastrou-se para vários lugares do mundo e
iniciou focos de contestação duradouros, como o feminismo francês.
A alternativa à sua expansão como mudança de mentalidade, naquela
época, foi o terrorismo, muito mais presente em todo o mundo,
expressando o revide a opressões cuja causa não era
programaticamente previsível na pauta dos partidos. Como temos
visto, a info-midiática que se tornou a realidade da dominação a
níveis nunca vistos, desde os anos noventa, tem tornado o terrorismo
a única alternativa.
A escalada da dominação da direita imperialista nos USA, pode ser uma história contada do ponto de vista das suas consequências. Em inícios de século, os dispositivos que anularam as políticas democráticas e impuseram terror sobre as subjetividades e os trabalhadores, culminou na série de espantosas corrupções do presidente Harding. O interregno que se seguiu foi de regularização da situação democrática por predomínio da consciência anti-trust. Mas nos anos setenta já estava incorporada a escalada do capital-midiático direitista ("republicano") na série de governos imperialistas, de Johnson a Nixon.
O resultado foi o sacrifício de tantos americanos, no Vietnã e demais teatros de guerra e repressão das consciências. Após Reagan, com alguns intervalos, a ofensiva direitista foi se radicalizando até o governo dos Bush. Que teve como consequência a exposição dos USA ao bombardeamento do trade center.
E desde então está havendo um intervalo democrático, pelo que os USA de Obama estão promovendo iniciativas de bem estar social e boa vizinhança, contudo em meio à escalada sem precedentes do monopolismo capitalista em nível mundial.
É importante, como a melhor polícia, ostentar bem claramente a verdade, contra o absurdo que tanto se propaga, a saber, que a "direita", como a política "conservadora" que acima definimos, defende o sério e o respeitável. O que se prova historicamente é que ela dissemina a corrupção e a ilegalidade nas instituições, não tendo o menor respeito por seriedade ou consciência, pois visa somente ao domínio e ao lucro, sem qualquer reserva de juízo quanto às consequências do que fazem, as quais portanto, ao contrário de serem "segurança", são atentado aos direitos humanos e incremento da violência. A escalada da dominação da direita imperialista nos USA, pode ser uma história contada do ponto de vista das suas consequências. Em inícios de século, os dispositivos que anularam as políticas democráticas e impuseram terror sobre as subjetividades e os trabalhadores, culminou na série de espantosas corrupções do presidente Harding. O interregno que se seguiu foi de regularização da situação democrática por predomínio da consciência anti-trust. Mas nos anos setenta já estava incorporada a escalada do capital-midiático direitista ("republicano") na série de governos imperialistas, de Johnson a Nixon.
O resultado foi o sacrifício de tantos americanos, no Vietnã e demais teatros de guerra e repressão das consciências. Após Reagan, com alguns intervalos, a ofensiva direitista foi se radicalizando até o governo dos Bush. Que teve como consequência a exposição dos USA ao bombardeamento do trade center.
E desde então está havendo um intervalo democrático, pelo que os USA de Obama estão promovendo iniciativas de bem estar social e boa vizinhança, contudo em meio à escalada sem precedentes do monopolismo capitalista em nível mundial.
As supostas garantias dos
militares, quiçá dos USA, não vão ser suficientes para conter os
contingentes dos centenas de milhões de favelados que o insano
corrupto das multinacionais e dos businees de mídia estão fazendo
espalhar pelo mundo. Creio ser duvidoso que o nojento vá fazer uso
da única alternativa que lhe resta, a bomba atômica. Mas se fizer,
talvez seja melhor que não exista a espécie do que continuar sendo
apenas a proliferação de miseráveis escravizados, nas condições
sub-humanas a que estão sendo submetidos, por um bando de poucos
"porcos".
Parece um absurdo ouvir
Jameson falando sobre a ausência de split público privado na
margem, ou seja, a definição mesma de corrupção, quando sabemos
muito bem que a corrupção está sendo apenas o corolário da
dominação do capitalismo, como dos idiotas que não veem a própria
alienação. Ou Marshal Berman pronunciando-se contra pessoas que
utilizavam o epíteto de "porcos" para os capitalistas, numa época em
que tais "coisas" estavam perpetrando o que se sabe muito
bem o que se fazia nas ditaduras militares do terceiro mundo, tudo
documentado ad nausea, publicado em edições de bolso, circulando
pelo mundo inteiro, etc.
Sobre o maio de 68, vemos
que pode ser visado tendo um aspecto conjuntural, de histórica
amplitude., expressando justamente a exaustão de oposições criadas
no interior de uma teoria social sócio-evolucionista, como a de
classe econômica.
Não se limita ao que
Michel Crozier ("Revolução liberal ou revolta
pequeno-burguesa?") prognosticou em termos não tanto de uma
crise motivada por um sistema de centralismo imperial - "napoleônico"
- instalado na universidade, que pudesse ser suposto implantado no
que seria antes um meio são. A seu ver, a "sufocante
centralização" da universidade francesa até então, "é
consubstancial" ao meio universitário francês: "exprime
sua filosofia e seu modo de ser", tal que "cria nos
estudantes um círculo vicioso de passividade e de oposição".
O movimento mudara muita
coisa, mas não tudo, e até mesmo menos do que se pensava, portanto
não se poderia supor ter havido o fim da crise e poder-se-ia esperar
que se tornasse cíclica. Mas até aí pensaríamos que o problema é
de uma casta dentro da universidade. Crozier porém não se limita a
isso. A própria sociedade francesa mantinha-se como hierárquica,
utilizando a universidade para manter o que fora antes da "revolução"
constitucionalista, as prerrogativas de nascimento aristocrático.
Mas ela o fazia através dos dispositivos de seleção, os quais
alardeados como de acesso de todos, privilegiavam somente a uma
classe. A universidade tinha ainda "por missão social
realizar este tour de force que consiste em manter a hierarquia
social tradicional", sendo "o primado da função de
seleção" aquilo em torno de que "se desenvolveram os
mecanismos de poder que constituem o aparelho regulador consciente do
sistema. Consequentemente, as funções de aprendizagem são
desvalorizadas, a procura de contatos com o exterior proscrita, os
programas abstratos e os métodos dedutivos justificados" ou
seja, os obsoletos "raciocínios" aristotélicos da
escolástica cristã.
Ora, entre uma universidade corrupta e uma universidade que apenas espelha a corrupção social, Crozier volta a hesitar: " A Universidade e a Sociedade estão naturalmente em simbiose. Mas tal sistema institucional permite ao corpo universitário isolar-se da sociedade e, em parte, impor-lhe as normas".
Ora, entre uma universidade corrupta e uma universidade que apenas espelha a corrupção social, Crozier volta a hesitar: " A Universidade e a Sociedade estão naturalmente em simbiose. Mas tal sistema institucional permite ao corpo universitário isolar-se da sociedade e, em parte, impor-lhe as normas".
Vemos que o problema da
Universidade estava bem manifesto na mente da inteligentzia francesa,
mas enquanto para uns, como para Crozier, a culpa era dos
conservadores, para outros, como Duby, a culpa era dos liberais, da democratização
do ensino. Em todo caso, ambos testemunham que, para bem ou mal, a
Universidade controla ou deveria controlar a sociedade à revelia do
legislativo constitucional, está em qualquer parte onde se fala,
expressa o que na sociedade se reflete como a hierarquia
contra-democrática.
Mas uma vez reduzindo a
"sistema" todo procedimento institucional ou de linguagem
humana, que saída existiria politicamente senão manter a
Universidade como esse organismo de controle, apenas supondo-se que
protagonizado pelo conhecedor do "discurso"? O hiato entre a universidade e
a garantia da autonomia da cidadania só se aprofunda.
O nexo da
institucionalização da ciência com a situação assalariada dos
docentes, encontra-se diagramatizada por Lacan no citado seminário
como um dos fatores que implicavam que deixasse de ser definível
apenas como uma capacidade de verdade e de crítica, para o ser como
uma situação instituída. Mas de fato, o que não é
situação instituída, uma vez que naturalmente nossa integração
existencial abrange as atividades culturais e relacionadas à
sobrevivência (econômicas)? A questão portanto extrapola a
instituição em si, abarca a sociedade como politicamente organizada
Louvável como defesa de
alguma política de desvinculação das práticas correntes da
cultura em relação ao monopólio institucional, e assim numa linha
de raciocínio irredutível à de Duby, contudo o argumento lacaniano
é ambíguo, pelo fato do "sistema" elidir a possibilidade
de auto-conceito, impor a dependência da "ciência" do
discurso - ao invés da sanidade do legislativo representativo - a
qualquer garantia de autonomia dos seres humanos.
A
revolução de Mao Tse Tung contra os corruptos imperiais foi
exitosa, e como sabemos, utilizou-se do campesinato, não diretamente
dos "trabalhadores", conforme a abstrusa oposição que
passou a se utilizar devido ao determinismo positivista. A repressão
aos corruptos imperiais foi bastante proveitosa à liberação dos
chineses do jugo mais nojento, enquanto nos USA o vulgo até há
pouco acreditava na propaganda mentirosa do Times, de que os
imperiais na China podiam ainda resistir.
A repetição desse mesmo
procedimento mentiroso com a finalidade de produzir massas parvas,
teve consequências muito piores para o vulgo norte-americano, na
guerra do Vietnã. Como se sabe, o avião a que os remanescentes
norte-americanos se agarraram, quando o Vietnã venceu, tentando
jogar uma bomba na população vietnamita, conseguiu apenas semear
uma onda de fumaça que cegou o piloto norte-americano, de modo que o
avião alçou um vôo suicida.
As
massas que votaram no governo corrupto de Richard Nixon, foram as
perdedoras da guerra, quando os norte-americanos no Vietnã foram as
vítimas.
Norte-americanos vítimas
da incúria, cujo nome real era corrupção de milionário business
de mídia, como do Times, que não admitia o findar da guerra porque
tinha feito do teatro bélico o seu quartel-general de espetáculo
midiático.
Ao
longo das guerras de descolonização afro-asiáticas, tendo as
potências neocoloniais europeias por algozes que não pretendiam
liberar do jugo de sua simples apropriação
aparheidista aos nacionais, os USA atuaram no sentido de impedir que
as nações pós-coloniais que emergiram dessa forma traumática,
escolhessem seus próprios caminhos. Estamos hoje sofrendo as
consequências do IMPERIALISMO, que continua agindo como banditismo
do mesmo modo que sempre agiu, não sendo nada novo.
O nosso país é atualmente apenas uma sucursal da mídia-informática que controla clandestinamente a vida pessoal e todas as operações feitas por computador pessoal. Os computadores pessoais são controlados por operações ilegais. Independente da vontade e do conhecimento do usuário, terceiros tem acesso aos seus arquivos mesmo não sendo de veiculação na Internet. Sem dúvida utilizam esse conhecimento para circular entre gangs que passam a se imiscuir na vida da pessoa e alterar as rotinas na Cidade.
Segregação de pessoas, chantagens, ameaças à vida para impingir formas de comportamento são constantes. Não se sabe a proveniência dos que tem acesso ilegal. Em caso nenhum deve se considerar que se trata de administração autorizada pelo usuário ou de seu conhecimento via informação prescrita por qualquer documentação.
O governo obriga o cidadão a declarar imposto e todos os trâmites da vida pública pela internet, além de que não há qualquer opção para processamento de textos particulares além do programa da microsoft que vem instalado em todos os computadores que se compram no mercado. Informa-se aqui que um computador custa em média dois mil reais e que o salário mínimo no país é de pouco menos de oitocentos reais. O computador suscita manutenção constante, tintas caras, etc., com a firma multinacional obrigando a constantes mudanças de programa, criando uma situação de desletramento programado.
O programa de texto não é adequado á produção de textos, sempre menos adequado se apresenta. Atualmente estão veiculando um programa (windows 8) que faz aparecer tarjas negras que cobrem todo o espaço do texto, toda vez que deslizamos o cursor pela margem.
Disfunções frequentes são relatáveis. Comentou o técnico da loja que me atendeu recentemente que todos estão odiando o Windows oito. Informo que o concerto que requeri foi de um computador comprado em uso há um mês e meio. É de se imaginar como se sente uma pessoa que assina com uma porção de idiotices um espaço de texto a ser usado por milhões de seres humanos. Sente-se porventura muito poderoso por nos impingir as disfunções que está espalhando pelo mundo? Estamos reduzidos ao estado de crianças para escrever um texto? A meu ver pessoas capazes de urdir a trama da ditadura mundial que está acontecendo são no mínimo doentes mentais, senão bandidos pura e simplesmente. Assim como os que estão espalhando a propaganda da Adidas cujos dizeres são "domine ou seja dominado" - lido por todos no shopping Tijuca.
O ciberneticista Von Foerster afirmou que o computador não tem nada a ver com a mente humana - opera sinais, não "informação" que é algo com sentido para alguém; nem tem "memória", que é o que o cérebro humano reelabora continuamente.
Mas nosso problema atual não é apenas confrontar a analogia computacional na psicologia, e sim tornar público o fato de que se o computador não poderá jamais escrever suas "memórias" - como observou Von Foerster - ele está impossibilitando sempre mais que possamos escrever as nossas.
Disfunções frequentes são relatáveis. Comentou o técnico da loja que me atendeu recentemente que todos estão odiando o Windows oito. Informo que o concerto que requeri foi de um computador comprado em uso há um mês e meio. É de se imaginar como se sente uma pessoa que assina com uma porção de idiotices um espaço de texto a ser usado por milhões de seres humanos. Sente-se porventura muito poderoso por nos impingir as disfunções que está espalhando pelo mundo? Estamos reduzidos ao estado de crianças para escrever um texto? A meu ver pessoas capazes de urdir a trama da ditadura mundial que está acontecendo são no mínimo doentes mentais, senão bandidos pura e simplesmente. Assim como os que estão espalhando a propaganda da Adidas cujos dizeres são "domine ou seja dominado" - lido por todos no shopping Tijuca.
O ciberneticista Von Foerster afirmou que o computador não tem nada a ver com a mente humana - opera sinais, não "informação" que é algo com sentido para alguém; nem tem "memória", que é o que o cérebro humano reelabora continuamente.
Mas nosso problema atual não é apenas confrontar a analogia computacional na psicologia, e sim tornar público o fato de que se o computador não poderá jamais escrever suas "memórias" - como observou Von Foerster - ele está impossibilitando sempre mais que possamos escrever as nossas.
Até quando vai durar a farsa do computador "pessoal"?
/// Informação sobre anti-constitucionalismo e abuso constitucional no Brasil
Anti-constitucionalismo - igrejas de protestantismo radical estão "pixando" muros contra a constituição, que definem como "leis de homens para homens", incitando a substituir a lei civil pela "bíblia". As "pichações" criminosas - porque contra a lei - não são limpas pelos poderes públicos, nem sofrem os fautores qualquer repressão.
A mentalidade de que a firma capitalista tem plenos poderes para atuar como quiser independente da lei civil está disseminada por todo o país. O quesito discriminação de pessoas, proibido por lei, não é respeitado.
Abuso constitucional - neste país não se está podendo organizar a História cultural porque artistas e demais produtores culturais estão usando leis obsoletas para processar quem escreve sobre eles quaisquer informação - por verdadeira que seja - que não querem ver publicada. A mesma informação podendo, contudo, já estar amplamente veiculada em jornais e revistas - a quem estes artistas não tem interesse em desafiar.
A lei estende esse "direito" até mesmo a familiares dos referidos artistas. A cultura no Brasil está impossibilitada além de mera veiculação de mídia autoritária, que apenas controla as vidas ditatorialmente a fim de impor seus caprichos a todos nós. os responsáveis são os imensamente minoritários beneficiados pelo "modelo de desenvolvimento brasileiro", calcado na repressão ao capital nacional mais todo tipo de concessão estapafúrdia ao capital monopolista capitalístico do Império internacional.
Vejam como foi implementado esse processo nojento, em "Radiografia de um modelo" de Werneck Sodré. Para saber como a CIA ilegalmente suscitou o golpe ditatorial militar neste país - uma das ditaturas mais sangrentas da história, vigente até os anos oitenta - veja René Dreyfuss, "1964". Para ver como os Estados Unidos estavam fazendo o mesmo em todo o terceiro mundo, veja Cl. Julien, l'empire americaine. Para saber como a mídia norte-americana solapou todas as bases da democracia que haviam antes nos USA, de modo a implementar os governos responsáveis por todas as atrocidades que vem sendo notícia desde o Vietnã às ditaduras e à atual dominação mídio-informática, veja David Halberstam, "The powers that be".
Informo aos leitores que os blogs que assinei na Internet estão apresentando evidências de sabotagem por terceiros que tem acesso ao controle do texto, de modo que trechos são tirados do meio e acrescentados depois, ficando sem sentido, além de já ter sido constatado acréscimo de palavrões, que limpei. Creio que mesmo assim, como se trata de estudos longos, é do interesse público manter o que possa ser aproveitado. Registro aqui mais uma vez que não há defesa contra os abusos - senão um total descrédito à política de informática vigente e uma transformação que vise a proteção da cidadania. Em 14/03
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Vejam como foi implementado esse processo nojento, em "Radiografia de um modelo" de Werneck Sodré. Para saber como a CIA ilegalmente suscitou o golpe ditatorial militar neste país - uma das ditaturas mais sangrentas da história, vigente até os anos oitenta - veja René Dreyfuss, "1964". Para ver como os Estados Unidos estavam fazendo o mesmo em todo o terceiro mundo, veja Cl. Julien, l'empire americaine. Para saber como a mídia norte-americana solapou todas as bases da democracia que haviam antes nos USA, de modo a implementar os governos responsáveis por todas as atrocidades que vem sendo notícia desde o Vietnã às ditaduras e à atual dominação mídio-informática, veja David Halberstam, "The powers that be".
Informo aos leitores que os blogs que assinei na Internet estão apresentando evidências de sabotagem por terceiros que tem acesso ao controle do texto, de modo que trechos são tirados do meio e acrescentados depois, ficando sem sentido, além de já ter sido constatado acréscimo de palavrões, que limpei. Creio que mesmo assim, como se trata de estudos longos, é do interesse público manter o que possa ser aproveitado. Registro aqui mais uma vez que não há defesa contra os abusos - senão um total descrédito à política de informática vigente e uma transformação que vise a proteção da cidadania. Em 14/03
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